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O sistema fotovoltaico

  • Como funciona a Energia Solar Fotovoltaica?

    Os raios do sol incidem sobre os painéis fotovoltaicos, que ficam dispostos num local onde haja bastante exposição ao sol, geralmente nos telhados. Ao incidirem nos painéis, a energia dos raios de sol é transformada em corrente elétrica, que será utilizada para ligar os equipamentos elétricos do local onde o sistema está instalado. Porém, a corrente gerada é Corrente Contínua (CC), que é diferente da corrente que obtemos da tomada, a Corrente Alternada (CA). Portanto, é necessário que a corrente elétrica passe por um equipamento chamado Inversor, que transformará a corrente de Contínua para Alternada. Ao sair do Inversor, o sistema é conectado à Caixa de Distribuição existente no local, sendo assim integrada à rede elétrica e estando pronta para alimentar os dispositivos elétricos que forem ligados.

  • Quais são os componentes de um Sistema Fotovoltaico?

    Os dois componentes principais de um Sistema Fotovoltaico são os Painéis Fotovoltaicos (também chamados de Módulos), que captarão a energia do sol e transformarão em Corrente Contínua, e o Inversor, que transformará a Corrente Contínua em Corrente Alternada, deixando-a pronta para ser usada no local da instalação. Também há outros equipamentos como cabos, dispositivos elétricos e estruturas de fixação, mas que representam uma parcela pequena do sistema.

  • Qual a diferença de um Sistema Fotovoltaico para um Aquecedor Solar?

    São coisas totalmente diferentes! O Aquecedor Solar é usado exclusivamente para aquecer a água utilizada na casa, e é necessário modificar toda a rede hidráulica do local de instalação para que ele possa funcionar. Já o Sistema Fotovoltaico é usado para gerar energia elétrica, portanto pode ser utilizado para acionar todos os equipamentos e dispositivos elétricos que estiverem no local, sendo na grande maioria das vezes dispensada a necessidade de modificações estruturais na rede elétrica.

  • Qual a vida útil destes equipamentos?

    Por serem constituídos de materiais chamados semicondutores, a geração de energia elétrica dos Painéis Fotovoltaicos sofre uma degradação inicial ao ser exposto à luz do sol, e posteriormente de cerca de 0,50% a cada ano de operação. Muitos fabricantes oferecem Garantia de que os painéis estarão operando a 80% de sua capacidade nominal ao fim de 25 anos, porém ele não deixará de funcionar, apenas gerará menos energia. Há relatos de painéis com mais de 40 anos que estão até hoje funcionando. Já em relação aos Inversores, é sugerida a troca após 15 anos de operação devido à degradação natural de um equipamento elétrico.

  • Os equipamentos ocupam muito espaço?

    Isso dependerá da capacidade de geração do sistema. Quanto mais energia for necessária, maior será o sistema. Para exemplificar, um sistema suficiente para suprir o consumo de uma família de 4 pessoas ocupará um espaço de aprox. 25 m² para os módulos, enquanto o inversor pode ser facilmente posicionado verticalmente numa parede disponível, preferencialmente próxima ao quadro de distribuição do local.

  • Qual a garantia destes equipamentos?

    A grande maioria dos fabricantes de módulos oferece uma garantia de 10 anos relativas à integridade física do equipamento, e 25 anos de performance do sistema, garantindo que ele estará operando com 80% de sua capacidade inicial no 25º ano de operação. Já a garantia dos inversores pode variar entre 5 e 10 anos de acordo com o fabricante.

  • Os equipamentos precisam de muita manutenção e operação?

    Um sistema fotovoltaico opera de forma automática, portanto não é necessária qualquer operação para que ele funcione, basta instalá-lo e ele faz todo o resto. Em relação à manutenção, painéis fotovoltaicos são extremamente resistentes e duráveis, portanto sua manutenção pode ser dispensada. Já a limpeza deles é feita pela própria água da chuva, que se encarrega de remover as impurezas que poderiam acabar reduzindo o desempenho do sistema.

  • Os equipamentos são importados ou fabricados no Brasil?

    A grande maioria dos equipamentos é importada, com tecnologias das mais diversas nacionalidades: Alemanha, Canadá, Japão, Estados Unidos, entre outros. Entretanto, diante do enorme potencial brasileiro para energia solar, os grandes fabricantes já têm começado a construir fábricas no país, iniciando o processo de produção nacional dos equipamentos.

Usando a energia do sol

  • Como posso adquirir um sistema fotovoltaico?

    O processo da ENGIE é bastante simples. Ao solicitar seu orçamento, seu sistema é dimensionado com base no consumo de energia que se deseja abater, portanto, o primeiro passo é ter em mãos a fatura de energia juntamente com o local onde será feita a instalação. Desta forma, conseguimos dimensionar o sistema e avaliar se há espaço disponível, gerando uma Proposta Preliminar. Nesta proposta, constarão aspectos básicos da instalação que ajudarão você a entender um pouco mais de nossa solução. Caso tenha interesse em dar continuidade, nossa equipe de engenheiros executará um projeto minucioso com softwares específicos para projetar o sistema ideal da sua residência ou comércio. O projeto é apresentado na Proposta Completa, juntamente com a análise de viabilidade econômica e os benefícios ambientais que seu sistema proporcionará.

  • Eu consigo zerar minha Conta de Luz com um sistema fotovoltaico?

    Infelizmente, não é possível zerar a Conta de Luz no Brasil. Caso a unidade consumidora onde o sistema está instalado seja do grupo tarifário B, como ocorre com residências, será necessário pagar o Custo de Disponibilidade, custo este que depende do tipo de ligação elétrica que se tem na residência. Para os consumidores residenciais, este valor é cobrado da seguinte forma:

    Rede monofásica: valor em moeda corrente equivalente a 30 kWh

    Rede bifásica: valor em moeda corrente equivalente a 50 kWh

    Rede trifásica: valor em moeda corrente equivalente a 100 kWh

    Portanto, não é recomendado instalar um sistema que cubra 100% do consumo de energia elétrica. O recomendado é que o sistema seja dimensionado de forma que cobrir o consumo médio da residência descontado do consumo mínimo associado ao Custo de Disponibilidade. Por exemplo, se uma residência trifásica consome em média 600 kWh/mês, o sistema deve ser dimensionado para produzir 500 kWh/mês, o que representa o consumo médio (600 kWh/mês) menos o consumo mínimo para residências trifásicas (100 kWh/mês).

    Já os clientes do grupo tarifário A deverão permanecer pagando Demanda Contratada, que representa o uso do fio da concessionária.

  • O que acontece se eu estiver gerando energia e não consumir naquele momento?

    Você irá gerar créditos de energia, os quais poderão ser usados em períodos nos quais o sistema não estiver gerando, como durante a noite ou em dias chuvosos. Isto é possível por que no Brasil foi adotado o Sistema de Compensação de Energia, conhecido mundialmente como net-metering. Ou seja, se você não estiver consumindo a energia gerada pelo sistema durante o dia pois não está em casa, esta energia será injetada na rede elétrica e irá abastecer o ponto de consumo mais próximo do local onde ela foi gerada, gerando créditos. Estes créditos poderão ser utilizados, por exemplo, durante a noite, quando você chegar em casa e usar utensílios elétricos.

  • Se faltar luz, vou continuar gerando energia?

    Como o sistema está conectado na rede, ele não irá gerar energia em caso de queda de fornecimento. Isto acontece por motivos de segurança, visto que caso seja necessária manutenção na rede elétrica, ela não pode estar energizada.

  • Posso usar baterias como backup?

    É possível utilizar baterias caso seja de interesse do proprietário do sistema, tanto em sistemas conectados na rede como em sistemas isolados, que não estão conectados na rede da Distribuidora. Entretanto, baterias não são recomendadas por terem um valor expressivo, o que altera sensivelmente o custo de investimento no sistema, além de terem vida útil bastante reduzida e precisarem de manutenção frequente.

  • Posso vender a energia que eu gerar e não usar?

    Não, a energia excedente gerada por um sistema fotovoltaico pode apenas ser injetada na rede e tornar-se crédito, não podendo ser vendida pelo gerador. Os créditos gerados por um sistema fotovoltaico, entretanto, podem ser alocados em outras unidades consumidoras, de acordo com a Resolução Normativa 482/2012 da ANEEL.

  • Moro em apartamento mas tenho uma casa. Posso usar minha casa para gerar energia para meu apartamento?

    Sim, no Brasil é permitido que se gere energia em uma localidade, e o excedente de energia gerado nesta localidade possa ser abatido em outras localidades, como no exemplo acima. Portanto, caso não tenha espaço em um determinado local, é possível instalar o sistema em outro local para abater o consumo.

  • Moro em um condomínio e queremos instalar um sistema para gerar energia para a casa dos condôminos. É possível?

    Sim, é possível fazer uma instalação num determinado local do condomínio e dividir a energia gerada entre os condôminos. Este tipo de instalação é chamada de instalação para Empreendimentos com múltiplas unidades consumidoras, e também podem contribuir para a iluminação de áreas comuns, reduzindo o custo de energia do condomínio.

  • Tenho uma empresa e outros conhecidos também tem. Queremos adquirir um sistema para gerar energia para todos nós, mas não estamos no mesmo local. É possível?

    Sim, é possível. Para isso, é necessário que as empresas sejam abastecidas pela mesma Distribuidora de energia e se reúnam em um consórcio ou cooperativa. Desta forma, os participantes deste consórcio poderão usufruir da energia gerada pelo sistema fotovoltaico, mesmo que estejam distantes do local de geração, e ela seja dividida entre várias unidades consumidoras.

A instalação do sistema

  • O sistema pode ser instalado em qualquer lugar?

    Não há restrição em relação ao tipo de telhado (telha cerâmica, fibrocimento, ou laje). A orientação ótima é para o norte, com inclinação igual à latitude local. Pequenas variações na orientação do sistema não causam grandes perdas na produção do sistema.

  • Como é feita a instalação do sistema?

    Nossa equipe de instaladores vai até o local de instalação, e seguindo todos os procedimentos e normas de segurança, realiza a instalação com agilidade e eficiência. Dependendo do tipo de telhado onde será feita a instalação, pode ou não haver furação para o posicionamento das estruturas metálicas onde serão fixados os módulos. A conexão elétrica do sistema aproveita a rede já existente no local, portanto na grande maioria das vezes não há qualquer necessidade de alteração na estrutura elétrica

  • Demora muito para ficar pronto?

    Para residências, uma instalação leva de 2 a 3 dias para ser finalizada. Já para sistemas maiores, o tempo de instalação poderá variar bastante de acordo com o local e o número de instaladores.

  • É necessário algum tipo de obra civil ou reforço?

    Geralmente não há necessidade de alteração na estrutura civil da casa, visto que a capacidade de carga dos telhados é apta para instalar os painéis, e a própria instalação elétrica é utilizada para conexão do sistema fotovoltaico.

  • Posso eu mesmo instalar um sistema fotovoltaico?

    Somente profissionais com registro no CREA podem assinar o projeto elétrico necessário para solicitar o Parecer de Acesso à distribuidora local. Portanto, é necessário contratar um engenheiro ou um eletrotécnico para elaborar e registrar o projeto. A ENGIE Solar tem experiência comprovada e possui engenheiros especializados em energia solar, trabalhando de acordo com todas as normas de segurança e normas estabelecidas pelas concessionárias de energia, oferecendo uma solução completa aos clientes.

  • Vou precisar fazer pedidos para a Distribuidora?

    Não, a ENGIE realiza todo o processo de instalação e início de operação do sistema fotovoltaico, portanto o cliente não terá qualquer envolvimento com os trâmites burocráticos junto à Distribuidora de energia. Executamos todas as etapas de instalação, desde o projeto preliminar até a assistência técnica e monitoramento, solicitando ao cliente apenas documentos necessários para estes trâmites.

  • Se eu instalar o sistema na minha casa e me mudar, posso transferir o sistema para outra residência?

    Não há impedimentos regulatórios para que seja feita a transferência, apesar de não ser economicamente recomendado. O racional praticado no mercado é mesmo de outros sistemas como aquecimento solar ou a gás: uma vez instalado, a benfeitoria é incorporada ao valor do imóvel em função do valor agregado pelo produto.

Os benefícios

  • Quanto vou economizar com um sistema fotovoltaico?

    Um sistema residencial, desde que haja espaço suficiente para instalá-lo, representa uma economia aproximada de 90% da conta de luz atual, pois ainda há de se pagar um custo mínimo para a Distribuidora. A economia obtida apenas no primeiro ano de operação destes sistemas residenciais gira em torno de R$5.000,00, podendo ser maior ou menor de acordo com o local de instalação.

  • Em quanto tempo estes sistemas se pagam?

    O valor que indica em quanto tempo o sistema se pagará é o Payback. O cálculo do Payback é influenciado pelo tamanho do sistema, pela irradiação solar disponível no local e pela projeção do custo da energia elétrica ao longo da vida útil do sistema. Quanto maior o sistema, melhor será o desempenho financeiro em virtude da economia de escala. Sistema residenciais possuem geralmente um payback de 5 a 8 anos, enquanto este valor pode diminuir para sistemas comerciais de baixa tensão.

  • Como vou saber o quanto estou gerando de energia?

    A ENGIE oferece acesso ao software de Monitoramento do sistema fotovoltaico. Através deste software, desenvolvido pelos fabricantes dos inversores, o usuário pode verificar em tempo real o desempenho do sistema, além de ter acesso a diversas estatísticas que o software disponibiliza. Desta forma, é possível verificar a qualquer momento quanto o sistema está gerando.